quarta-feira, 20 de agosto de 2008


Pulsar

Pulsar que me trouxe a pena amiga
fulgindo dentro de um dia turvo- noite!
Clara e doce...pulsar juvenil
Alarga-se agora a beleza neste peito
Junto de outro que bate de longe
Perto dos campos onde ela encontra sua paz
À beira das águas onde ela mira seu próprio espírito
Um coração mateiro...E um coração dilacerado
Abrandou a minha febre
Minha falsa métrica
Minha poética cativa
Alarga-se agora com os versos de lá
Os versos insistem rebeldes nesta melodia
De metais e cordas harmônicos
De paixões e desejos dissonantes
Para não deixar nunca o versejar cotidiano

O rasurar predestinado, acasalado
Numa tendência maciça de cortejar a vida
Em diretrizes múltiplas que abriguem um encontro
Aqui, acolá...
Nas verdes matas... verdes
Na hora derradeira do dia-o tempo.
Almas irmãs... intensidade singular
Pluralidade do sujeito
Alma!
Encontro mestiço de pensamentos desintegrados
Por uma razão nostálgica,
Ou ausência do poder-ter!
Vivemos uma duplicidade
Em ermos de um “submundo aurélio”
Escravas de horas pensantes
Tempo... Espaço!


SGS e CV(Morena Rosa)
ps:Esse encontro de almas irmãs...do "(m)eu- lírico...foi incrivelmente vibrante!Adoro-te,irmanzinha!

3 comentários:

Vitor disse...

Tão linda quanto você!!!
Vc ta muito chique sabe...

felicity disse...

Oi minha linda tá muito fofo teu cantinho... parabens por mais um projeto com tua cara! Nunca deixe de escrever, no teu sangue a veia poética corre em nivel de embriaguez, nem o bafômetro pode controlar teu exalar poético! bjs de luz menina poeta!

Inquietos disse...

é bom sabe que ainda temos almas pensantes. E amantes também.

Beijos,
Gui.